O texto de João 10 é ao mesmo tempo de fácil compreensão e de difícil interpretação. O Senhor fala da Porta das Ovelhas, fala que há um Porteiro, fala do Aprisco, fala de ovelhas verdadeiras e também de falsas ovelhas, fala de ladrões que entram no redil e dirigem palavras de comando para as ovelhas. Ele diz que Ele entra no Aprisco e chama as suas ovelhas para fóra, e elas lhe obedecem... Fala de um só rebanho e um só Pastor. E fala, finalmente, de segurança absoluta para as ovelhas! Algumas perguntas se apresentam na mente do leitor mais atento:- 1) Quem é a Porta? 2) Quem é o Porteiro 3) Quem é o Bom Pastor 4) Quem são os ladrões que vieram antes de Jesus, aos quais ele se referiu ? Quem são os ladrões que hoje em dia tentam roubar as ovelhas ? Como é essa segurança a que se refere o Senhor, se o redil é vunerável e passível de ser assaltado por ladrões ? A que tempo da história o Senhor estaria se referindo quando diz que haverá um só rebanho, e um só pastor ? Há algum risco de alguma das verdadeiras ovelhas do Senhor cairem na conversa dos ladrões de ovelhas ? Todas estas questões são abordadas pelo Rev. Edemar Vitorino nesta rica e abençoada mensagem gravada ao vivo no dia: 12/09/2007.
Clique sobre a figura para ouvir - Faça o download, se desejar!
Como fazer o download: Quando a música estiver tocando, clique no menú do windows media player em arquivo e selecione "salvar midia como"...
Refiro-me a essa nova teologia que apareceu recentemente por aí, denominada de Teologia Relacional, para deixar registrado aqui os nossos comentários...
A Teologia Relacional se propõe a rever os conceitos da igreja histórica sobre Deus, por julgá-los inadequados e ultrapassados, e tem por objetivo apresentar uma nova visão de Deus, e da sua maneira de se relacionar com a criação. Rejeita alguns dos atributos de Deus, tais como:- onisciência, onipotência, imutabilidade, e, inclusive a soberania de Deus!
Destacamos cinco pontos dessa teologia, que são o avesso da doutrina histórica da Igreja, a saber:-
1. Deus não é soberano. Deus abriu mão da sua soberania. Ele é incapaz de realizar tudo o que deseja, como impedir tragédias e erradicar o mal. O homem tem capacidade e liberdade para cooperar ou contrariar os desígnios de Deus. Deus se adequa às decisões humanas e, ao final, vai obter seus objetivos eternos, redesenhando a história de acordo com as decisões humanas. 2. Deus ignora o futuro – Deus é temporal. Ele ele se insere no tempo. O futuro inexiste. Deus não sabe antecipadamente as decisões as pessoas haverão de tomar. Os seres humanos são absolutamente livres para tomarem as suas decisões. O futuro é determinado pela combinação do que Deus e as suas criaturas decidem fazer. 3. Deus se arrisca. Ao criar seres racionais livres, Deus se expôs a riscos... Por respeitar a liberdade concedida ao homem, Deus se arrisca diariamente. Deus não sabia qual seria a decisão dos Anjos, no céu, e nem a de Adão e Eva, no Éden. 4. Deus não é onipotente. Ele pode sofrer e cometer erros em seus conselhos e orientações. Seus planos podem ser frustrados. Ele se frustra e expressa esta frustração quando os seres humanos não fazem o que ele gostaria. 5. Deus é mutável. Ele é imutável apenas em sua essência. Deus pode se arrepender de decisões tomadas, como reação às decisões das suas criaturas. Deus é mutável e aprende com o passar do tempo histórico.
Essa doutrina é espúria, apócrifa e muito estranha! Questiona, rejeita, e vem de encontro aos seguintes princípios inalienáveis da fé cristã, da teologia reformada, da doutrina histórica da Igreja:-
1) Quem é Deus na Teologia Relacional? R = No conjunto da doutrina da teologia relacional vislumbra-se o retrato de um deus frágil, vulnerável, impotente, subserviente e refém do homem, alienado (alheio a qualquer conhecimento futuro), temporal, frustrável e mutável.
O que ensina e teologia reformada - a doutrina histórica da igreja:- “Há um só Deus vivo e verdadeiro, o qual é infinito em seu ser e perfeições. Ele é um espírito puríssimo, invisível, sem corpo, membros ou paixões; é imutável, imenso, eterno, incompreensível, opinotente, onisciente, santíssimo, completamente livre e absoluto, fazendo tudo segundo o conselho da sua própria vontade, que é reta e imutável, e para a sua própria glória. É cheio de amor, é gracioso, misericordioso, longânimo, muito bondoso e verdadeiro galardoador dos que o buscam, e, contudo, justíssimo e terrível em seus juízos, pois odeia todo pecado; de modo algum terá por inocente o culpado.” – Transcrição do Capítulo II – De Deus e Da Santíssima Trindade, da Confissão de Fé de Westminster.
2) O conhecimento de Deus na Teologia Relacional – buscam o conhecimento do Deus da Bíblia, fóra da Bíblia... Tentam descobrir Deus no homem, a partir de certos questionamentos, e nos relacionamentos humanos.
O que a Bíblia diz - doutrina histórica da igreja:- “Replicou-lhe Filipe: Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos basta. Disse-lhe Jesus: Filipe, há tanto tempo estou convosco, e não me tens conhecido? Quem me vê a mim vê o Pai; como dizes tu: Mostra-nos o Pai? Não crês que eu estou no Pai e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo não as digo por mim mesmo; mas o Pai, que permanece em mim, faz as suas obras. Crede-me que estou no Pai, e o Pai, em mim; crede ao menos por causa das mesmas obras. Em verdade, em verdade vos digo que aquele que crê em mim fará também as obras que eu faço e outras maiores fará, porque eu vou para junto do Pai. E tudo quanto pedirdes em meu nome, isso farei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho. Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei. Se me amais, guardareis os meus mandamentos.” – João 14:8-15 “As coisas encobertas pertencem ao Senhor, nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem, a nós e a nossos filhos, para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei.” – Deuteronômio 29:29 “Sola Scriptura” (= “Através da Escritura somente”) - Na teologia reformada e na doutrina histórica da Igreja se crê na suficiência das Escrituras Sagradas. A Bíblia é a Palavra de Deus, e contém toda a revelação de Deus para o homem, não havendo necessidade de se buscar nenhum conhecimento do Deus da Bíblia, fóra da Bíblia. A Bíblia interpreta a própria Bíblia. A Bíblia é a única regra de fé e prática para o cristão. “Sola Scriptura” – foi um dos pilares da Reforma protestante do século XVI, desencadeada pelo reformador Martinho Lutero, e, ainda hoje, continua sendo um dos princípios definitivos do cristianismo, e da teologia reformada.
3) O pensamento da Teologia Relacional sobre o futuro e o Livre Arbítrio: a) Sobre o Futuro – Deus é temporal. Ele ele se insere no tempo. O futuro inexiste. Deus não sabe antecipadamente as decisões que as pessoas haverão de tomar...
O que a Bíblia diz - doutrina histórica da Igreja:- Em Atos 1:7-8 está escrito:- “Então, os que estavam reunidos lhe perguntaram: Senhor, será este o tempo em que restaures o reino a Israel? Respondeu-lhes: Não vos compete conhecer tempos ou épocas que o Pai reservou pela sua exclusiva autoridade;”. “Tu, ó SENHOR Deus, és tudo o que tenho. O meu futuro está nas tuas mãos; tu diriges a minha vida.” - Salmos 16:5 “Antes de formares os montes e de começares a criar a terra e o Universo, tu és Deus eternamente, no passado, no presente e no futuro.” - Salmos 90:2 “O SENHOR diz a vocês: “Há muito tempo, eu falei de coisas do futuro, disse claramente o que ia acontecer. De repente, agi, e tudo aconteceu como eu tinha dito.” - Isaías 48:3 “Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e sempre.” – Hebreus 13:8
b) o pensamento da teologia relacional sobre o Livre Arbítrio – os seres humanos são absolutamente livres para tomarem as suas decisões. Deus respeita a liberdade concedida ao homem.
O que a Bíblia diz - doutrina histórica da Igreja:- Que o homem não é absolutamente livre está claro no texto bíblico de Romanos 7:14-25: “Porque bem sabemos que a lei é espiritual; eu, todavia, sou carnal, vendido à escravidão do pecado. Porque nem mesmo compreendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro, e sim o que detesto. Ora, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa. Neste caso, quem faz isto já não sou eu, mas o pecado que habita em mim. Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum, pois o querer o bem está em mim; não, porém, o efetuá-lo. Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço. Mas, se eu faço o que não quero, já não sou eu quem o faz, e sim o pecado que habita em mim. Então, ao querer fazer o bem, encontro a lei de que o mal reside em mim. Porque, no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus; mas vejo, nos meus membros, outra lei que, guerreando contra a lei da minha mente, me faz prisioneiro da lei do pecado que está nos meus membros. Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte? Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. De maneira que eu, de mim mesmo, com a mente, sou escravo da lei de Deus, mas, segundo a carne, da lei do pecado.”
"Quando Deus converte um pecador e o transfere para o estado de graça, ele o liberta da sua natural escravidão ao pecado e, somente pela sua graça, o habilita a querer e fazer com toda a liberdade o que é espiritualmente bom, mas isso de tal modo que, por causa da corrupção, ainda nele existente, o pecador não faz o bem perfeitamente, nem deseja somente o que é bom, mas também o que é mau. Ref. Col.1: 13; João 8:34, 36; Fil. 2:13; Rom. 6:18, 22; Gal.5:17; Rom. 7:15, 21-23; I João 1:8, 10. - Transcrição do tópico IV, Capítulo IX da Confissão de Fé de Westminster.
4. O pensamento da teologia relacional sobre a “mutabilidade” de Deus – Deus é mutável e pode se arrepender de decisões tomadas, como reação às decisões das suas criaturas. Deus aprende com o passar do tempo histórico.
O que a Bíblia diz - doutrina histórica da Igreja:- “Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança.” – Tiago 1:17 “Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e sempre.” – Hebreus 13:8
Quando a Bíblia fala em arrependimento de Deus ( Gn6.6-7; Ex 32.14; Jz 2.18; 1 Sm 15.11) trata-se de antropopatismo (= forma metafórica de atribuir a DEUS sentimentos humanos para facilitar ao homem a compreenção de Deus). Na realidade, Deus abranda ou muda sua maneira de lidar com os homens de acordo com os seus soberanos e eternos propósitos.
Numa igreja adepta da Teologia Relacional, hinos tradicionais como o "TÚ ÉS FIEL, SENHOR", jamais poderão ser entoados, a não ser que as suas letras sejam modificadas... Diz o hino...
TÚ ÉS FIEL, SENHOR, Ó PAI CELESTE, TEUS FILHOS SABEM QUE NÃO FALHARÁS, NUNCA MUDASTE, TU NUNCA FALTASTE TAL COMO ERA TÚ SEMPRE SERÁS
- Hino Num. 32 do Hinário Presbiteriano Novo Cântico.
Deus não se retirou de cena; não está omisso, e nem tampouco deixou de conhecer o futuro, como pensam os adeptos da Teologia Relacional. Deus continua sendo um Deus de amor, bondade, misericórdia, onisciente, onipotente, imutável, logânimo e compassivo. Deus continua sendo um Deus Todo-Poderoso, e está pronto a intervir na natureza na hora que Lhe aprouver, para impedir ou fazer cessar quaisquer calamidades, sejam elas de ordem natural, ou decorrentes do pecado do homem. Em II Crônicas 7:14, além do perdão oferecido pelo Senhor, Deus promete também sarar a terra ferida ( ou seja, fazer cessar as calamidades! ): “Se eu cerrar os céus de modo que não haja chuva, ou se ordenar aos gafanhotos que consumam a terra, ou se enviar a peste entre o meu povo; se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra. Estarão abertos os meus olhos e atentos os meus ouvidos à oração que se fizer neste lugar”. A condição estabelecida é que o homem se arrependa do seu pecado, se converta dos seus maus caminhos, e retorne para Deus!
Louvado seja Deus, que não permitirá que as ovelhas do seu aprisco venham a ser apanhadas e levadas por essas doutrinas estranhas. O Senhor Jesus Cristo afirmou em João 10:5: “...mas de modo nenhum seguirão o estranho; antes, fugirão dele, porque não conhecem a voz dos estranhos”. Contudo, nós precisamos ter mais zelo e rigor doutrinário...
Em muitos cultos, hoje em dia, gasta-se muito mais tempo com o louvor, do que com a Palavra! Os eventos musicais superlotam, enquanto que uma minoria participa dos estudos bíblicos semanais e da Escola Dominical. É tempo de se orar, desejar e buscar um avivamento da Palavra, que venha para restaurar a primazia da Palavra nas liturgias dos nossos cultos, para fortalecer a Igreja contra esses ventos de doutrinas contrárias, e para que os discípulos gerados sejam transformados em cristãos que possam se apresentar diante de Deus aprovados, como obreiros que não tenham de que se envergonhar, que manejem bem a palavra da verdade. ( II Tm 2:15 ).
Para quem deseja ampliar sua leitura sobre o tema:-
Servo fiel, bom e eficiente, é aquele que sabe ouvir o que Deus diz! Seus ouvidos estão apurados, para ouvir o que Deus diz, logo na primeira vez ?
No textos bíblicos de Deuteronômio 15:12-18 e Salmo 40:6, o pastor Edemar Vitorino buscou a inspiração para escrever o Livro Orelhas Furadas, no qual apresenta o perfil do servo ideal, do tipo que Deus deseja. Esta é uma obra que precisa ser lida por cada servo de Deus, e, em especial, por aqueles que almejam realizar um trabalho de excelência para Deus, e por todos aqueles que buscam um relacionamento de maior comunhão e intimidade com o Senhor. Este Livro lhe mostrará como ser um amigo do Senhor; um servo ao qual o Senhor tenha prazer em revelar os Seus segredos, um servo frutífero e verdadeiramente usado por Deus! Se você almeja prestar um serviço de excelência para Deus, você precisa ler este livro!
Segundo notícia publicada hoje na imprensa, a Justiça condenou a Igreja Universal do Reino de Deus a devolver R$ 2 mil, acrescidos de juros e correção monetária, desde janeiro de 1999, para um fiel arrependido da doação. A decisão, inédita, é da 4ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo. Os desembargadores entenderam que o motorista Luciano Rodrigo Spadacio foi induzido a erro, com a promessa de que se entregasse o dinheiro à igreja sua vida iria melhorar.
“O aconselhamento acabou por induzir o apelante, que vinha a sofrer algum tipo de influência, a praticar ato por ele efetivamente não desejado”, decidiu o relator, desembargador Jacobina Rabello.
Os detalhes sobre o alegado “aconselhamento” dão conta de que o réu em 1º de janeiro de 1999, teria sido abordado por um pastor da Igreja Universal do Reino de Deus, que o teria convencido a se desfazer de seus bens materiais e entregar o valor correspondente para a Igreja Universal. O réu teria então “caído na conversa” e vendido seu único bem, um automóvel Del Rey, por R$ 2,6 mil e entregado tudo ao pastor. Dias depois, arrependido, correu ao banco e conseguiu sustar um dos cheques (de R$ 600). O outro cheque, de R$ 2 mil não teria sido possível sustar, por já ter sido descontado.
Em uma das reportagens é dito que dessa sentença cabe recurso, e que a assessoria jurídica da Igreja Universal do Reino de Deus está estudando as medidas necessárias para entrar com a apelação.
NOSSOS COMENTÁRIOS:- 1) Observamos indícios claros de perseguição religiosa na repercução dessa matéria na mídia, com base nos seguintes detalhes:- a) colocar como título da matéria: "Igreja tem de devolver...", quando a mídia sabia, e sabe, que essa decisão não é final, é no mínimo tendenciosa! Cabe recurso e a Igreja Universal tem grande chance de reverter essa decisão. Cabe lembrar que, em primeira instância, a Justiça não reconheceu o direito de Luciano de ter o dinheiro de volta. O juiz Carlos Eduardo Lora Franco, da 1ª Vara de General Salgado (município localizado a 556 quilômetros da capital paulista), entendeu que o motorista não provou que passou por transtornos financeiros, nem que a doação teria ocorrido por força de erro ou por culpa do pastor da Igreja Universal. b) a mídia fez questão de divulgar nos mínimos detalhes as alegações do réu, e omitiu completamente a contra-argumentação da defesa, não apresentando em nenhum momento a versão do pastor ou da Igreja sobre o tal episódio; 2) não acreditamos que o julgamento dessa questão venha a ter o mesmo desfecho no Tribunal Superior, de apelação - se essa decisão for revista, pergunto:- será que a mídia dará a mesma repercussão? Você acha que a mídia colocaria um título para a matéria, mais ou menos assim: "Igreja não terá que devolver dinheiro a fiel" ? e apresentaria em detalhes, como o fez agora, as justificativas de votos apresentadas pelos Juízes que irão julgar o recurso ? Provavelmente não darão a mínima, e a versão que ficará na boca do povo será a do julgamento regional, da 4a. Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo; 3)essa decisão da Justiça de São Paulo abre um precedente muito perigoso, e deve ser motivo de preocupação para as autoridades eclesiásticas de todas as igrejas, já que todas vivem das doações dos seus fiéis, através de dízimos e ofertas; 4) seja qual for o desfecho que vier a ser dado para este caso, deve servir de alerta para todos aqueles que andam por aí pregando uma inconseqüente e ilusória teologia da prosperidade, e que utilizam métodos nada éticos, e não bíblicos, nas suas formas de arrecadações.