A Arquidiocese de São Paulo divulgou nota oficial com alguns conselhos para evitar o contágio através da gripe suína. Assinada pelo cardeal dom Odilo Pedro Scherer, a nota pede que os fiéis evitem 'dar as mãos' durante a oração do Pai Nosso e as saudações de paz.
Confira a íntegra da nota:
Aos Ex.mos Bispos Auxiliares, aos Rev.mos Padres e Diáconos e aos Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão da Arquidiocese de São Paulo
Saúde e paz para todos!
Tendo em vista a difusão do vírus H1N1, responsável pela “gripe suína”, mesmo sem haver motivo para pânico nem temores excessivos, no desejo de colaborar com as autoridades sanitárias na prevenção da doença e visando o bem e a saúde do povo, faço as seguintes recomendações para que sejam levadas em consideração em toda a Arquidiocese de São Paulo enquanto perdurar o surto da nova gripe e ela não tiver sido devidamente controlada:
1. O povo seja orientado sobre as medidas preventivas para evitar, de modo geral, o contágio com a doença e sobre o modo de tratá-la, se for o caso; para isso, sigam-se as instruções das autoridades sanitárias competentes (cf. www.saude.gov.br); sendo uma boa ocasião para falar dos cuidados essenciais da saúde, aproveitem-se para isso todos os encontros e reuniões pastorais;
2. Nas celebrações litúrgicas seja evitado o gesto de dar-se as mãos durante a oração do Pai Nosso; da mesma forma, evite-se saudação da paz;
3. A Sagrada Comunhão seja recebida preferencialmente nas mãos;
4. A distribuição da Sagrada Comunhão nas duas espécies seja evitada.
A exemplo de Jesus, que tratou com imensa ternura e compaixão todos os doentes, tenhamos também nós grande atenção pastoral para com todos os enfermos; com frequência, seja celebrada também a Santa Missa na intenção deles, conforme formulários previstos no Missal.
Fazendo votos de boa saúde para todos, aproveito a ocasião para saudá-los e para lhes desejar todo o bem!
Cantora Whitney Houston anunciou novo álbum após seis anos sem gravar
Após seis anos longe dos estúdios, a cantora Whitney Houston anunciou o lançamento de seu sétimo álbum, ainda sem título definido, para o dia 1º de setembro. A informação é do site da revista "People".
O disco incluirá a canção "I Didn't Know My Own Strenght", composta por Diane Warren, que assina sucessos como "I Don't Want To Miss a Thing", do grupo Aerosmith, e "Unbreak My Heart", famosa na voz da cantora Toni Braxton.
O fotógrafo Patrick Demarchelier, responsável pelas fotos promocionais do álbum, disse à "People" que a cantora "estava cheia de energia" durante as sessões.
Com vendas superiores a 170 milhões de discos, Houston recebeu centenas de prêmios desde o lançamento de seu primeiro disco, em 1985.
O último disco da cantora, "One Wish: The Holiday Album", foi lançado em 2003.
Whitney Houston diz que filha encorajou seu retorno
A cantora Whitney Houston afirmou que o apoio de sua filha Bobbi Kristina, 15, serviu como incentivo durante a elaboração do trabalho que marca seu retorno.
"Ela esteve comigo em todas as etapas dizendo: 'mãe, você pode fazer isso'. E quando eu me sentia desencorajada ela me dizia para levantar, que eu era capaz de fazer aquilo", disse a cantora.
"Ela me encoraja e me inspira. Quando eu olho para ela e vejo seu olhos, eu me vejo e digo: 'ok, eu posso fazer isso'", afirmou Houston.
Whitney Houston lança, em setembro, o trabalho "I Look To You". O último disco da cantora, "One Wish: The Holiday Album", foi lançado em 2003.
Neste domingo, 19 de julho, o jogador da Seleção Brasileira e do Real Madrid, Kaká, foi ungido a presbítero durante um culto na Igreja Renascer, da Flórida/EUA. Caroline Celico, mulher do jogador e pastora da igreja, ficou ao lado dos líderes Estevam e Sônia Hernandes enquanto oravam.
Ser Presbítero é o último estágio de Kaká antes de se tornar um pastor.
''Hoje é uma noite muito especial para mim, terminei o curso de Presbítero e fiz a prova com o Apóstolo Estevam, que não foi fácil e hoje eu vou ser ungido presbítero com grande alegria'' disse Kaka.
Kaká ainda falou da grande alegria de ter sido negociado com o Real Madrid, sendo umas das 3 maiores negociações já feitas no futebol mundial, "As pessoas perguntam se eu estou valendo tudo isso e eu realmente digo que não sei, mas sei que Jesus pagou um preço, muito maior por mim e por quem pagou este valor'', diz Kaka e também falou da honra de ter conquistado a Copa das Confederações e de ser o melhor jogador da Copa.
“Depois de muitas aulas, está sendo ungido como Presbítero o Kaká” disse o Apóstolo Estevam Hernandes. O Kaká vem tendo aulas com o Apóstolo Estevam desde 2007, e depois da prova final (ministrar para o Apóstolo), ele conseguiu bom êxito. “Posso garantir que a prova foi dura, muitos Bispos tentaram a primeira vez e não conseguiram passar”, finalizou o Apóstolo.
Em Madri, Kaká deve, por conta do ofício, auxiliar a esposa na implantação e direção da Igreja Renascer na capital espanhola.
O turista brasileiro Daniel Ari Sved, 30, morreu segunda-feira (20) ao sofrer uma parada cardíaca após ficar desidratado quando subia uma trilha para chegar à fortaleza de Massada, em Israel.
Ao enfrentar um calor de até 42ºC, ele disse a colegas que estava com sede e se sentia mal no meio do trajeto, segundo parentes.
As ruínas da cidade de Massada guardam um dos episódios mais delicados da história do judaísmo: aparentemente, a cidade abriga o primeiro suicídio coletivo da história da humanidade.
Segundo o site Beit Chabad, o platô de Massada era naturalmente fortificado. A leste, a terra apresenta um forte declive até o Mar Morto. O caminho daquele lado era --e ainda é-- chamado de "a cobra", devido às curvas estreitas e sinuosas. O único outro acesso, no lado oeste, é apenas um pouco mais transitável.
A cidade foi construída quando o rei da Judeia, Herodes (37 a.C. e 4 a.C.), aproveitou as condições do local para construir uma fortaleza luxuosa no topo desta montanha. E, embora o local tenha sido construído por medo do Egito, ele serviu de local para descanso do monarca.
Ainda segundo o site, anos depois, em 66 d.C., Massada tornou-se um refúgio para os judeus zelotes que resistiam ao domínio romano. Após a conquista de Jerusalém e a destruição do Segundo Templo em 69 d.C., mais judeus se juntaram ao grupo. "Eles resistiram aos esforços romanos para desalojá-los e usaram Massada como sua base para ataques (contra os romanos e contra facções judaicas inimigas). Com os alimentos perfeitamente preservados que Herodes tinha em estoque, bem como a água das cirsternas, eles puderam resistir indefinidamente", diz o site.
Em 72 d.C., o governador romano Flavius Silva decidiu eliminar de uma vez o foco de resistência. "As 15 mil pessoas do acampamento romano, que incluíam a Décima Legião Romana e os prisioneiros de guerra judeus, se prepararam para um longo cerco contra os 1.000 homens, mulheres e crianças na montanha".
Após grande resistência, os romanos estavam prestes a conquistar o local. No entanto, os judeus se reuniram e decidiram morrer para não cair nas mãos dos romanos. "Cada homem matou a própria esposa e filhos, então fizeram sorteios e se mataram entre si até que o último homem ateou fogo ao próprio corpo e morreu", narra o Beit Chabad.
Na manhã do dia seguinte, os romanos entraram na fortaleza e encontraram apenas cadáveres.
Duas mulheres e cinco crianças tinham sobrevivido ao suicídio em massa escondendo-se numa cisterna, e foi assim que a história se tornou conhecida ao historiador Josephus, que a registrou no sétimo volume do seu livro "As Guerras dos Judeus".
De acordo com o site, "Josephus é a única fonte importante de informação sobre Massada. Desde que o cerco a Massada foi identificado em 1838, descobertas e escavações têm ocorrido regularmente. O Parque Nacional de Massada foi aberto em 1966, e a Autoridade de Parques e Natureza de Israel mantém atividades de conservação e restauração. As escavações ainda estão sendo feitas".
Obs.: É recomendável para quem faz turismo em Israel, comprar um suporte para litros, e transportar diariamente consigo, em cada trajeto turístico, um ou dois litros de água mineral, já que, nos trajetos turísticos dificilmente se encontra alguma "venda". E, ao longo do dia, tomar um gole de água de vez em quando...
A Bíblia contém alguns exemplos de homens que foram favorecidos pela longevidade. Matusalém é o clássico exemplo, pois, conforme registro do livro de Gênesis, mais um pouco chegava aos 1.000 anos.
Há também o caso interessantíssimo do Rei Ezequias que, guardadas as devidas proporções em relação a Matusalém, sabendo da finalização de seus dias na Terra, rogou ao Deus da Vida que prorrogasse sua estadia terrena, ganhando do Senhor um bônus, uma sobrevida de mais 15 anos de existência.
Essa quase “perpetuação” da vida humana no planeta desgastou-se perante os olhos de Deus. A razão disto está no fato de o próprio homem, obra-prima do Divino, deixar, facilmente, perceptível sua inclinação em desviar-se de seu Criador, ficando a permanência da criatura mais com status de “passagem pela Terra” do que qualquer outra coisa.
Feliciano Amaral, cantor há mais tempo em atividade no mundo inconteste desse tema nas palavras do profeta Moisés, quando ele conclui, no Salmo 90:10, que “os dias da nossa vida sobem a 70 anos ou, em havendo vigor, a 80…”
Lancei mão de todo esse intróito para comentar sobre o cantor que está há mais tempo em atividade no mundo, fato constatado e registrado pelo “Guinness Book” (o famoso “Livro dos Recordes”). Falo de Feliciano Amaral, cantor e pastor, nascido na cidade de Miradouro, Minas Gerais, em 20 de outubro nos idos de 1920. Isto mesmo! Feliciano Amaral acaba de completar 86 anos de vida (e que vida)!
Já mencionamos em outro artigo neste site que foi Feliciano Amaral, na década de 1940, o primeiro cantor evangélico (não se falava “gospel” naquela época) a adentrar em um estúdio de gravação para colocar sua voz num acetato de vinil de 78 rotações, com a música Sou forasteiro aqui. A estréia fonográfica de FA na música cristã se deu pela extinta gravadora Atlas.
Naquela ocasião, seus contemporâneos atuavam na música popular; cite-se, por exemplo, Orlando Silva (o Cantor das Multidões) e Francisco Alves (o Rei da Voz), já falecidos há bastante tempo. Na música evangélica, depois de Feliciano Amaral, vieram Luiz de Carvalho (gravando o 1° disco oito anos após FA, com a música A graça de Jesus), Josué Barbosa Lira (in memorian, autor da canção Só o Senhor é Deus), Edgar Martins e outros.
O longevo Feliciano Amaral continua em franca atividade, cantando pelas igrejas do Brasil, revezando-se, principalmente, entre Rio de Janeiro e Manaus. Seu CD mais recente intitula-se Quisera sempre orar, lançado na Igreja Congregacional de Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco, aproveitando a festividade comemorativa do centenário daquela igreja.
Os misteriosos desígnios de Deus atuam sobre a vida de Feliciano Amaral, tanto é que ele foge à regra conclusiva de Moisés no Salmo 90, supracitado. Feliciano Amaral extrapolou os preditos 80 anos e aí vem a mão misteriosa do Criador dos seres e das coisas: a canseira e enfado mencionados pelo profeta não se evidenciaram em sua vida. Sua companheira, Rubenita, fala como um tenor ao dar uma nota dó, de peito, fazendo uma comparação ainda com o salmista, remetendo-se ao trecho das escrituras quando diz que os olhos de Moisés nunca se escureceram.
Querido internauta e leitor, você precisa ouvir a voz do amado Feliciano Amaral, hoje. Continua limpa e vibrante, desafiando a qualquer incrédulo sobre sua condição etária de octogenário cantor. Na semana de seu aniversário, tive a felicidade de ouvir sua entrevista no programa “Desperta Rio”, apresentado por Otoni de Paula, na Rádio Continental AM, aqui do Rio, e incontinenti incorporar-me ao seleto grupo de testemunhas de sua vitalidade.
Quem conhece o trabalho de Feliciano recorda com prazer de canções como Oração de Davi, O mar, Ao meu redor e O eterno fanal – esta última de Ivan de Souza, com edição pela EFRATA MUSIC – e tantas outras que em muito edificaram a vida de um sem-número de pessoas (não se pode calcular).
Duas curiosidades: Feliciano Amaral não utilizava a bateria em seus discos até chegar os anos 80, quando admitiu o instrumento no long-play Sou feliz, e no casamento do cantor e pastor Vitorino Silva ele foi o intérprete convidado para cantar na cerimônia.
Sem querer desmerecer o ministério dos cantores atuais, Feliciano Amaral jamais se afastou de sua condição de levita, entregando sua voz ao louvor, em primeiro plano, e isto ele faz questão de salientar.