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10 Jan 2014
Maioria dos brasileiros acredita que pregar contra a homossexualidade é homofobia
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Fim de ano

Estudo realizado a pedido da revista Época
trata sobre diversos temas ligados às religiões


Estudo realizado a pedido da revista Época trata sobre diversos temas ligados às religiões

Por: Leiliane Roberta Lopes

Maioria acredita que pregar contra a homossexualidade é homofobia Uma pesquisa realizada pelo IBOPE Inteligência/CNT (Confederação Nacional dos Transportes) mostra a opinião da população brasileira a respeito de temas polêmicos envolvendo religião e temas como aborto, uso de camisinha e homofobia.

O estudo foi realizado a pedido da revista Época tomando o depoimento de 2.002 pessoas de 141 municípios brasileiros entre os dias 5 e 9 de dezembro.

Dessas pessoas, 69% acreditam que o aborto fere os preceitos da sua religião, independente de qual seja, e 27% responderam que não fere.

Enquanto a maioria fala que o aborto vai de encontro com suas crenças, 73% acreditam que o uso da pílula anticoncepcional ou camisinha não fere os preceitos de uma religião.

Ainda relacionado ao sexo, os entrevistados, 61% deles, responderam que sexo antes do casamento também não fere os princípios religiosos, porém a homossexualidade dividiu opiniões: 45% afirmaram que ser homossexual vai contra a crença, 49% disseram que não.

Por falar em homossexualismo a amostragem do IBOPE questionou os entrevistados se um líder religioso deve ser acusado pelo crime de homofobia se pregar contra homossexuais. A maioria, 60%, respondeu que sim.

Pedofilia, padres gays e ordenação feminina

A pesquisa também tratou de temas ligados diretamente à Igreja Católica como a ordenação de mulheres, a participação de padres gays e aos problemas da igreja.

Os resultados foram que 48% são contra e 46%, a favor a ordenação de mulher; 74% é contra a ideia de padres gays; e 60% afirmam que o maior problema da Igreja Católica são os casos de pedofilia, seguido pela corrupção (16%) e do distanciamento da realidade dos fieis (8%).

Dos entrevistados pelo IBOPE, 61% se declararam católicos, 24% evangélicos e 4% de outras religiões. A maioria deles declarou ser praticante. Apenas 10% dos participantes declararam que não tem religião.

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Transcrito do: Portal Gospel Prime


14 Out 2013
Para entrevistados, acreditar em Deus torna a pessoa melhor, diz Datafolha
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Na realização da pesquisa que identificou que quase metade do eleitorado brasileiro (48%) é ideologicamente de direita, o Datafolha utilizou um questionário com uma série de perguntas sobre valores sociais e políticos.

Para 85% dos entrevistados, acreditar em Deus torna as pessoas melhores, tendência mais associada à direita. No polo oposto, 69% acham que a posse de armas deve ser proibida, pois isso ameaça a vida de outras pessoas, entendimento mais comum entre os esquerdistas

As questões tinham temas como pena de morte, homossexualidade, a importância da religião no caráter das pessoas e as causas da criminalidade e da pobreza.

A partir das respostas, os entrevistados foram posicionados em escalas de comportamento político e segmentados em esquerda, centro-esquerda, centro, centro-direita e direita.

A união dos resultados dessas escalas resultou em uma escala geral de comportamento ideológico, traçando o perfil do eleitorado.

O levantamento foi realizado no dia 11 de outubro, com 2.517 entrevistas em 154 municípios. A margem de erro máxima é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Fonte: Folha Online
Tags: acreditar, crer, deus,


03 Dez 2012
Pesquisa afirma que cristãos preferem evangelizar amigos
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A má imagem da Igreja e de alguns líderes religiosos
estaria interferindo de maneira negativa no evangelismo

Por: Leiliane Roberta Lopes

Pesquisa afirma que cristão preferem evangelizar amigos Uma pesquisa realizada pela Aliança Evangélica no Estados Unidos conseguiu mostrar que a maioria dos cristãos preferem evangelizar seus amigos.

O estudo tinha como objetivo mostrar as mudanças que o processo de evangelismo tem sofrido entre os religiosos do século 21.

Das pessoas entrevistas, 80% afirmaram que é mais eficaz pregar em grupos onde há uma intimidade, pois assim eles se sentem mais seguros para compartilhar suas crenças.

Outros 9% preferem o método de pregação nas ruas, dizendo que esta é a forma mais eficaz para falar de Jesus. O evangelismo ao ar livre era mais comum no século 19 e em meados do século 20, perdendo um pouco de adeptos nos últimos anos.

A pesquisa da Aliança Evangélica também conseguiu mostrar que boa parte dos cristãos, 57%, acredita que as ações falam mais que palavras na hora de evangelizar.
Outra forma citada pelos participantes do estudo para falar do amor de Deus foram os projetos comunitários, 55% deles acreditam que as pessoas conhecem a Jesus participando destes trabalhos.

Para o diretor da Aliança Evangélica, Dave Landrum, “esta pesquisa mostra que, embora a confiança para compartilhar nossa fé tenha tido sucesso nos últimos anos, é preciso que aconteça de maneiras diferentes”.

O ponto crítico da pesquisa aponta que para 87% dos entrevistados a imagem pública da Igreja e de alguns líderes religiosos está influenciando de forma negativa na hora de fazer o evangelismo.

Fonte: Portal "Gospel Prime"


13 Jul 2012
O Maior Brasileiro de Todos os Tempos
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"O Maior Brasileiro" é para gerar polêmica, não suspense

Por: Tony Goes

O primeiro dos doze programas da série "O Maior Brasileiro de Todos os Tempos" (SBT) foi ao ar na quarta passada, mas já sabemos quem vai ganhar. O pouco de suspense possível foi dissipado antes mesmo da estreia, quando Silvio Santos proibiu que seu nome fosse votado, assim como o de qualquer contratado de sua emissora.

Lula lidera votação do "Maior Brasileiro de Todos os Tempos"

Os vencedores foram óbvios em quase todos os países onde o formato desenvolvido pela BBC foi produzido. Alguém duvida que os sul-africanos escolheriam Nelson Mandela? Ou que os britânicos iriam de Winston Churchill, seu último grande herói nacional?

Se não houve surpresas, pelo menos não faltaram controvérsias. Os telespectadores chilenos elegeram Salvador Allende, o presidente esquerdista deposto por um golpe militar em 1973. Apesar de ter se tornado um mito, Allende está longe de ser uma unanimidade em seu país.

Outro bafafá aconteceu em Portugal, onde o ditador Antonio de Oliveira Salazar venceu figuras de porte como Vasco da Gama ou Pedro Álvares Cabral. Salazar foi sem dúvida alguma a figura dominante da história portuguesa do século 20, mas seu legado ainda divide os lusos.

                                                                Roberto Nemanis/Divulgação SBT
O jornalista Carlos Nascimento, que apresenta o programa
"O Maior Brasileiro de Todos os Tempos", do SBT
 

Aqui no Brasil, o programa estreou com um quinhão razoável de polêmicas. Como é que, entre os Amados, preferimos o Batista ao Jorge? Fernando Collor de Mello, escorraçado do poder em 92, emplacou a 78ª posição? E quem é Lua Blanco?

"O Maior Brasileiro de Todos os Tempos" não teria a menor graça se não fosse por esses pequenos absurdos. Uma lista elaborada por historiadores seria muito mais justa, é claro, mas também aborrecidíssima.

Comenta-se que torcidas organizadas de líderes evangélicos e jogadores de futebol estejam empurrando seus ídolos para a frente. Não há mal nisto, a não ser o assombro de ver um goleiro melhor posicionado no ranking do que um cientista.

O programa tem o mérito de contar um pouco da vida e obra de cada um dos classificados, o que é ótimo no caso de personalidades mais obscuras como o padre Landell de Moura. Mas os especialistas chamados a avalizar os eleitos poderiam ter variado mais: eram sempre os mesmos.

Carlos Nascimento, fazendo sua estreia em programa de auditório, ainda precisa se soltar mais, mas até que segurou bem a peteca. Mas não deixa de ser irônico vê-lo comandando uma atração dessas, onde Tiririca é considerado mais importante do que o Marechal Rondon ou o Duque de Caxias --justo Nascimento, que em janeiro passado desabafou que estamos todos ficando mais burros.

Só para zoá-lo, já sei em que eu votaria como a maior brasileira de todos os tempos: Luiza, que está no Canadá.

Fonte: Folha Online


05 Jun 2012
Cristianismo Global
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Distribuição da População Cristã Pelo Mundo

Ásia e África apontam crescimento mesmo em meio a perseguição

Um estudo demográfica em mais de 200 países considera que há 2,18 bilhões de cristãos de todas as idades ao redor do mundo, representando quase um terço da população global estimada em 6,9 bilhões em 2010. Os cristãos também são geograficamente distribuídos ? de modo vasto.

Um século atrás, este não era o caso. Em 1910, cerca de dois terços dos cristãos do mundo vivia na Europa, onde a maior parte dos cristãos esteve concentrado no último milênio, de acordo com estimativas históricas do Center for the Study of Global Christianity. Hoje, apenas cerca de um quarto de todos os cristãos vivem na Europa (26%). Mais de um terço agora estão nas Americas (37%). Cerca de um em cada quatro cristãos vivem na África (24%), e cerca de um em oito é encontrado na Ásia e no Pacífico (13%).

O número de cristãos ao redor do mundo quase quadruplicou nos últimos 100 anos, de cerca de 600 milhões em 1910, para mais de 2 bilhões em 2010. Mas a população total do mundo também tem aumentado rapidamente, de uma estimativa de 1,8 bilhões em 1910 para 6,9 bilhões em 2010. Como resultado, cristãos constituem cerca da mesma porção da população do mundo hoje (32%) como há um século (35%).

Esta aparente estabilidade, no entanto, esconde uma mudança importante. Embora a Europa e Américas ainda são o lar de uma maioria de cristãos do mundo (63%), essa participação é muito menor do que era em 1910 (93%). E a proporção de europeus e americanos cristãos, caiu de 95% em 1910, para 76% em 2010 na Europa como um todo, e de 96% para 86% nas Américas como um todo.

Ao mesmo tempo, o cristianismo cresceu enormemente na África Subsaariana e na região Ásia-Pacífico, onde havia poucos cristãos no início do século 20. A parcela da população que é cristã na África Subsaariana aumentou de 9% em 1910 para 63% em 2010, enquanto na região Ásia-Pacífico aumentou de 3% a 7%. O cristianismo hoje ? ao contrário de há um século ? é realmente uma fé global.

Estas são algumas das principais conclusões do “Cristianismo Global” (Global Christianity). Um Relatório sobre o tamanho e a distribuição da população cristã do mundo, um novo estudo realizado pelo “Pew Research Center’s Forum on Religion & Public Life”.

O estudo é baseado principalmente em uma análise país a país, de cerca de 2.400 fontes de dados, incluindo os censos e pesquisas nacionalmente representativas da população. Para alguns países, como China, as estimativas do “Forum Pew” também leva em conta as estatísticas de grupos de igrejas, relatórios governamentais e de outras fontes

Os cristãos são diversificados teologicamente bem como geograficamente, aponta o novo estudo. Cerca de metade são católicos. Protestantes, amplamente definida, representam 37%. Os cristãos ortodoxos, 12% de cristãos no mundo inteiro. Outros cristãos, como os mórmons e as Testemunhas de Jeová, compõem o restante 1% da população mundial cristã.

Tomado como um todo, no entanto, os cristãos são de longe o maior grupo religioso do mundo. Os muçulmanos, o segundo maior grupo, representam um pouco menos de um quarto da população mundial, de acordo com trabalhos anteriores do “Forum Pew”.

Quase metade (48%) de todos os cristãos vivem nos 10 países com o maior número de cristãos. Três dos 10 países estão nas Américas (Estados Unidos, Brasil e México). Dois estão na Europa (Rússia e Alemanha), dois estão na região Ásia-Pacífico (Filipinas e China), e três estão na região sub-saariana da África (Nigéria, República Democrática do Congo e Etiópia), refletindo o alcance global do cristianismo.

(Com informações Center for the Study of Global Christianity, Pew Research Center’s Forum on Religion & Public Life e Portas Abertas)

Fontes: 1) Pew Research Center      2) Portal "O Verbo"


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