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22 Dez 2010
Ana Paula Valadão lidera indicações para cantar na abertura da copa
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A seguinte enquete publicada num portal de notícias: ‘Quem deve cantar na abertura da Copa do Mundo de 2014’. Concorrendo estão os maiores artistas do Brasil, numa lista que ultrapassa a casa dos 70 nomes em diversos estilos. Mas o que conta mesmo é quem está no topo. A cantora Ana Paula Valadão já ultrapassa a marca dos 2 milhões de votos e assume a liderança absoluta na votação.

Para se ter uma idéia da tal disputa, Ana Paula Valadão está a frente de artistas como Ivete Sangalo, Exaltasamba e Claudia Leitte. A líder do Ministério de louvor Diante do Trono disparou em pouco mais de dois dias no ranking. Não se sabe até quando vai durar a enquete, nem se seu resultado influenciará na escolha real do artista que comandará a festa de abertura. O que se nota, porém, é a imensa popularidade e reconhecimento atingidos pela música cristã e artistas como Ana Paula, que tem buscado e conseguido maior abertura de espaço a este estilo musical nas emissores de TV.

Outros cantores evangélicos também disputam a enquete. Dentre os melhores colocados estão Mariana Valadão (5º), Nívea Soares (8º) e Oficina G3 (9º).

Fonte: Portal "O Verbo"

    


06 Ago 2010
Pastor é contra a ordenação feminina. Para ele, isso não tem base bíblica
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Escrito por Milton Alves    
Qui, 29 de Julho de 2010 11:35

As mulheres estão cada vez mais em busca de seu espaço no mercado de trabalho e no ministério pastoral, mas para o reverendo Augusto Nicodemos as mulheres não devem assumir cargos de liderança cristã. No artigo ele não legitima tal posição. Na carta, endereçada a uma bispa Evônia - nome fictício -, ele coloca oito pontos que servem de argumento a sua decisão. Entre os quais que a liderança da igreja foi entregue pelo Senhor Jesus e por seus apóstolos a homens cristãos qualificados.

" E este padrão, claramente encontrado na Bíblia, vale como norma para nossos dias, pois se baseia em princípios teológicos e não culturais." Confira o artigo na íntegra:

Carta à Bispa Evônia*

[*Nota - é mais uma carta fictícia, gênero que uso como maneira de tornar as minhas idéias mais interessantes para o leitor. Minha esposa não tem (ainda) nenhuma amiga que virou bispa.]

Minha cara Evônia,

Minha esposa me falou do encontro casual que vocês duas tiveram no shopping semana passada. Ela estava muito feliz em rever você e relembrar os tempos do ginásio e da igreja que vocês frequentavam. Aí ela me contou que você foi consagrada pastora e depois bispa desta outra denominação que você tinha começado a frequentar. Ela também me mostrou os e-mails que trocaram sobre este assunto, em que você tenta justificar o fato de ser uma pastora e bispa, já que minha esposa tinha estranhado isto na conversa que tiveram. Ela me pediu para ler e comentar seus argumentos e contra-argumentos. Não pretendo ofendê-la de maneira nenhuma - nem mesmo a conheço pessoalmente. Mas faço estes comentários para ver se de alguma forma posso ser útil na sua reflexão sobre ter aceitado o cargo de pastora e de bispa.

Acho, para começar, que você ser bispa vem de uma atitude de sua comunidade para com as Escrituras, que equivale a considerá-la condicionada à visão patriarcal e machista da época. Ou seja, ela é nossa regra, mas não para todas as coisas. Ao rejeitar o ensinamento da Bíblia sobre liderança, adota-se outro parâmetro, que geralmente é o pensamento e o espírito da época.

E é claro, Evônia, que na nossa cultura a mulher - especialmente as inteligentes e dedicadas como você - ocupa todas as posições de liderança disponíveis, desde CEO de empresas à Presidência da República - se a ou a Marina Dilma ganharem. Portanto, sem o ensinamento bíblico como âncora, nada mais natural que as igrejas também coloquem em sua liderança presbíteras, pastoras, bispas e apóstolas.

Mas, a pergunta que você tem que fazer, Evônia, é o que a Bíblia ensina sobre mulheres assumirem a liderança da igreja e se este ensino se aplica aos nossos dias. Não escondo a minha opinião. Para mim, a liderança da igreja foi entregue pelo Senhor Jesus e por seus apóstolos a homens cristãos qualificados. E este padrão, claramente encontrado na Bíblia, vale como norma para nossos dias, pois se baseia em princípios teológicos e não culturais. Reflita no seguinte.

1. Embora mulheres tenham sido juízas e profetisas (Jz 4.4; 2Re 22.14) em Israel nunca foram ungidas, consagradas e ordenadas como sacerdotisas, para cuidar do serviço sagrado, das coisas de Deus, conduzir o culto no templo e ensinar o povo de Deus, que eram as funções do sacerdote (Ml 2.7). Encontramos profetisas no Novo Testamento, como as filhas de Felipe (At 21.9; 1Co 11.5), mas não encontramos sacerdotisas, isto é, presbíteras, pastoras, bispas, apóstolas. Apelar a Débora e Hulda, como você fez em seu e-mail, prova somente que Deus pode usar mulheres para falar ao seu povo. Não prova que elas tenham que ser ordenadas.

2. Você disse à minha esposa que Jesus não escolheu mulheres para apóstolas porque ele não queria escandalizar a sociedade machista de sua época. Será, Evônia? O Senhor Jesus rompeu com vários paradigmas culturais de sua época. Ele falou com mulheres (Jo 8.10-11), inclusive com samaritanas (Jo 4.7), quebrou o sábado (Jo 5.18), as leis da dieta religiosa dos judeus (Mt 7.2), relacionou-se com gentios (Mt 4.15). Se ele achasse que era a coisa certa a fazer, certamente teria escolhido mulheres para constar entre os doze apóstolos que nomeou. Mas, não o fez, apesar de ter em sua companhia mulheres que o seguiam e serviam, como Maria Madalena, Marta e Maria sua irmã (Lc 8.1-2).

3. Por falar nisto, lembre também que os apóstolos, por sua vez, quando tiveram a chance de incluir uma mulher no círculo apostólico em lugar de Judas, escolheram um homem, Matias (At 1.26), mesmo que houvesse mulheres proeminentes na assembleia, como a própria Maria, mãe de Jesus (At 1.14-15) - que escolha mais lógica do que ela? E mais tarde, quando resolveram criar um grupo que cuidasse das viúvas da igreja, determinaram que fossem escolhidos sete homens, quando o natural e cultural seria supor que as viúvas seriam mais bem atendidas por outras mulheres (Atos 6.1-7).

4. Tem mais. Nas instruções que deram às igrejas sobre presbíteros e diáconos, os apóstolos determinaram que eles deveriam ser marido de uma só mulher e deveriam governar bem a casa deles - obviamente eles tinham em mente homens cristãos (1Tm 3.2,12; Tt 1.6) e não mulheres, ainda que capazes, piedosas e dedicadas, como você. E mesmo que reconhecessem o importante e crucial papel da mulher cristã no bom andamento das igrejas, não as colocaram na liderança das comunidades, proibindo que elas ensinassem com a autoridade que era própria do homem (1Tm 2.12), que participassem na inquirição dos profetas, o que poderia levar à aparência de que estavam exercendo autoridade sobre o homem (1Co 14.29-35). Eles também estabeleceram que o homem é o cabeça da mulher (1Co 11.3; Ef 5.23), uma analogia que claramente atribui ao homem o papel de liderança.

5. Você retrucou à minha esposa na troca de e-mails que nenhuma destas passagens se aplica hoje, pois são culturais. Mas, será, Evônia, que estas orientações foram resultado da influência da cultura patriarcalista e machista daquela época nos autores bíblicos? Tomemos Paulo, por exemplo. Será que ele era mesmo um machista, que tinha problemas com as mulheres e suspeitava que elas viviam constantemente tramando para assumir a liderança das igrejas que ele fundou, como você argumentou? Será que um machista deste tipo diria que as mulheres têm direito ao seu próprio marido, que elas têm direitos sexuais iguais ao homem, bem como o direito de separar-se quando o marido resolve abandoná-la? (1Co 7.2-4,15) Um machista determinaria que os homens deveriam amar a própria esposa como amavam a si mesmos? (Ef 5.28,33). Um machista se referiria a uma mulher admitindo que ela tinha sido sua protetora, como Paulo o faz com Febe (Rm 16.1-2)?

6. Agora, se Paulo foi realmente influenciado pela cultura de sua época ao proibir as mulheres de assumir a liderança das igrejas, o que me impede de pensar que a mesma coisa aconteceu quando ele ensinou, por exemplo, que o homossexualismo é uma distorção da natureza acarretada pelo abandono de Deus (Rm 1.24-28) e que os sodomitas e efeminados não herdarão o Reino de Deus (1Co 6.9-11)? Você defende também, Evônia, que estas passagens são culturais e que se Paulo vivesse hoje teria outra opinião sobre a homossexualidade? Pergunto isto pois em outras igrejas este argumento está sendo usado.

7. Tem mais, se você ainda tiver um tempinho para me ler. As alegações apostólicas não me soam culturais. Paulo argumenta que o homem é o cabeça da mulher a partir de um encadeamento hierárquico que tem início em Deus Pai, descendo pelo Filho, pelo homem e chegando até a mulher (1Co 11.3). Este argumento me parece bem teológico, como aquele que faz uma analogia entre marido e mulher e Cristo e a igreja, "o marido é o cabeça da mulher como Cristo é o cabeça da igreja" (Ef 5.23). Não consigo imaginar uma analogia mais teológica do que esta para estabelecer a liderança masculina. E quando Paulo restringe a participação da mulher no ensino autoritativo - que é próprio do homem - argumenta a partir do relato da criação e da queda (1Tm 2.12-14).

8. Você já deve ter percebido que para legitimar sua posição como bispa você teve que dar um jeito neste padrão de liderança exclusiva masculina que é claramente ensinado na Bíblia e na ausência de evidências de que mulheres assumiram esta liderança. Não tem como aceitar ser bispa e ao mesmo tempo manter que a Bíblia toda é a Palavra de Deus para nossos dias. E foi assim que você adotou esta postura de dizer que a liderança exclusiva masculina é resultado da cosmovisão patriarcal e machista dos autores do Antigo e Novo testamentos, e que portanto não pode ser mais usada em nossos dias, quando os tempos mudaram, e as mulheres se emanciparam e passaram a assumir a liderança em todas as áreas da vida. Em outras palavras, como você mesmo confirmou em seu e-mail, a Bíblia é para você um livro culturalmente condicionado e só devemos aplicar dele aquelas partes que estão em harmonia e consenso com nossa própria cultura. Eu sei que você não disse isto com estas exatas palavras, mas a impressão que fica é que você considera a Bíblia como retrógrada e ultrapassada e que o modelo de liderança que ela ensina não serve de paradigma para a liderança moderna da Igreja de Cristo.

Quando se chega a este nível, então, para mim, a porta está aberta para a entrada de qualquer coisa que seja aceitável em nossa cultura, mesmo que seja condenada nas Escrituras. Como você poderá, como bispa, responder biblicamente aos jovens de sua igreja que disserem que o casamento está ultrapassado e que sexo antes do casamento é normal e mesmo o relacionamento homossexual? Como você vai orientar biblicamente aquele casal que acha normal terem casos fora do casamento, desde que estejam de acordo entre eles, e que acham que adultério é alguma coisa do passado?

Sabe Evônia, você e a sua comunidade não estão sozinhas nessa distorção. Na realidade esse pensamento é também popularizado por seminários de denominações tradicionais e professores de Bíblia que passaram a questionar a infalibilidade das Escrituras, utilizando o método histórico crítico, ensinando em sala de aula que Paulo e os demais autores do Novo Testamento foram influenciados pela visão patriarcal e machista do mundo da época deles. Só podia dar nisso... na hora que os pastores, presbíteros e as próprias igrejas relativizam o ensino das Escrituras, considerando-o preso ao século I e irremediavelmente condicionado à visão de mundo antigo, a igreja perde o referencial, o parâmetro, o norte, o prumo - e como ninguém vive sem estas coisas, elege a cultura como guia.

Termino reiterando meu apreço e respeito por você como mulher cristã e pedindo desculpas se não posso me dirigir a você, em nossa correspondência pessoal, como "bispa" Evônia. Espero que meus motivos tenham ficado claros.

Um abraço,

Augustus

Transcrito de: LPC Comunicações


06 Mai 2010
Amor de Mãe - Um tipo feminino do amor de Deus
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Nossa Homenagem às Mães
Mensagem em áudio proferida pelo Rev. Edemar Vitorino

Por: (*) Edemar Vitorino

Clique no botão "play" para ouvir o áudio
Aguarde um minutinho pela chegada do áudio

"Como pastor, apascentará o seu rebanho;
entre os seus braços recolherá os cordeirinhos e os levará no seio;
as que amamentam ele guiará mansamente." Isaias 40:11
"Como alguém a quem sua mãe consola, assim eu vos consolarei;
e em Jerusalém vós sereis consolados. "
Isaias 66:13

Deus é Espírito, e não tem corpo como os homens... Deus é assexuado (=não tem sexo)
Aprouve a Deus revelar-se a nós como um ser masculino,
mas há também em Deus qualidades humanamente classificadas de femininas,
como os exemplos dos textos acima.
Não há na terra melhor exemplo para ilustrar o amor de Deus, do que o amor de mãe!
Sem dúvida, o amor de mãe é um tipo do amor de Deus!

Deus gera seus filhos - A mãe também gera seus filhos
Deus coloca seus filhos em seu seio - A mãe também coloca seus filhos em seu seio
Deus amamenta (ele dá o leite espiritual aos recém-nascidos espirituais)
- A mãe também amamenta seus filhos
Deus dá também alimento sólido aos filhos já desmamados
- A mãe também dá comida consistente aos filhos já crescidos
Deus toma seus filhos pela mão - A mãe também toma seus filhos pela mão
Deus guia seus filhos - A mãe também guia seus filhos
Deus consola seus filhos - A mãe também consola seus filhos ( Is 66:13 )
Deus ama seus filhos com amor incondicional - A mãe também
Deus ama seus filhos com amor eterno - O amor de mãe também é para sempre
Deus ama seus filhos, antes mesmo do nascimento
- Também a mãe ama o filho desde antes dele nascer
Deus, na pessoa do seu Filho, dá a vida pelos seus filhos
- A mãe também é capaz de dar a vida pelo seu filho
A vontade de Deus para com os seus filhos é boa, agradável e perfeita
- A vontade da mãe para
com os seus filhos também é boa, agradável, e perfeita (= é o melhor!)
Deus deseja ter os seus filhos sempre perto dele - a mãe também!

(*) Edemar Vitorino - é pastor evangélico, escritor, professor de cursos bíblicos online do "Fuel For Life Institute - FFL Institute" (EaD)... Saiba mais...

 


14 Mai 2008
Carla Peres diz que é mãe de família e serva de Deus e tenta brilhar no teatro
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Ex-dançarina participou de leitura dramática e interpretará peça de Nelson Rodrigues. Religiosa, baiana diz que só fará papéis comportados e que “nudez nunca mais”.

(Fonte: G1) - Aos 30 anos, a ex-dançarina do grupo “É o Tchan!” ? que atualmente se define como “mãe de família e serva de Deus” ? está empenhada em brilhar em outro palco: o do teatro.

Aluna aplicada da Oficina de Atores Nilton Travesso há dois anos, Carla debutou na nova carreira na noite de terça-feira (13) ao participar da leitura dramática da peça “Boeing boeing”, do dramaturgo suíço Marc Camolletti. A sessão aberta ao público no Caixa Cultural, em São Paulo, foi tomada por uma turma de marmanjões que esperava conferir uma performance mais sensual da loira.

No papel de Judith, uma aeromoça alemã - embora o sotaque arretado não ajudasse a convencer muito disso - Carla usava um figurino discreto, bem diferente dos shortinhos econômicos de seu passado rebolativo.

Dirigidos por Beto Silveira, Carla e seus colegas de elenco convidaram para a encenação o ator Victor Wagner ? aquele que se tornou famoso como o galã da novela “Xica da Silva”, em 1996, e por estrelar dois ensaios nus na revista “G Magazine”.

“Fiquei muito nervosa em cena. Sei que esse monte de imprensa que estava aqui veio só pra me sacanear”, desabafou Carla, aos risos. “Mas tudo bem. Muitos fãs têm um carinho enorme por mim e não tenho medo de errar”.

Nudez nunca mais

Em clima de pastelão, a ex-dançarina exibiu em cena a mesma dose de canastrice e despreparo que seus colegas de elenco. Incluindo Victor Wagner o “ator profissional convidado”, que se perdeu mais no texto que os aspirantes.

“Minha carreira no teatro será dedicada ao público infantil, nudez nunca mais! Agora vocês conhecerão a verdadeira Carla Perez: mãe de família e serva de Deus”, garantiu Carla, evangélica recém-convertida. “Depois de me formar, vou escolher muito bem os meus papéis”.

O espetáculo de conclusão do curso, prova de fogo que a neo-atriz enfrentará no final do ano, será “O beijo no asfalto”, de Nelson Rodrigues. Carla interpretará Selminha ? papel que já foi de Fernanda Montenegro, em 1961.

“Vixe, neguinha! Estou lendo Nelson Rodrigues e ficando horrorizada... Aquele homem escrevia cada coisa!”, revelou Carla, ruborizada. “Também estou lendo bastante García Lorca. E a Bíblia, sempre”, enfatizou.

Professor Milagre

O professor de teatro de Carla, Sérgio Milagre, descreve a aluna como “dedicada e intensa”. “Os papéis rodrigueanos combinam com a intensidade dela. Carlinha é articulada, inteligente e me surpreendeu bastante”, elogiou o mestre.

Milagre acredita que o passado de ex-dançarina famosa ajudará a loira em seu futuro teatral. “Uma arte bebe na fonte de outra. O que a Carla fazia também era arte”, analisou.

No entanto, a eterna "loira do Tchan" parece querer enterrar de vez a imagem erotizada pregressa. “Eu era muito jovem naquela época e fui usada pela mídia. Quando dançava ou posava nua era de uma forma inocente, a maldade estava na cabeça das pessoas”, desabafou.

“Não vou cuspir no prato que comi. Sendo a ‘loira do Tchan’ ganhei muito dinheiro e conheci o Xandy”, avaliou Carla referindo-se ao marido pagodeiro, pai de seus dois filhos, Camilly Victória, de 5 anos, e Victor Alexandre, de 3.

Na saída do teatro, ao ser cercada por um grupo de fãs, alguém pergunta para a ex-musa do rebolado se em tempos de “mulher melancia” que fruta ela seria. “Olha me bem, meu tempo já passou. Sei lá, acho que agora sou a ‘mulher salada de fruta’”.

Assista a um trecho do ensaio de Carla Perez  

Fonte: Portal "O Verbo"

 


07 Mai 2008
Amor de Mãe
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O Dia das Mães tem a sua origem no princípio do século XX quando uma jovem americana, Annie Jarvis, perdeu sua mãe e entrou em completa depressão.

Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória de sua mãe com uma festa. Imediatamente, Annie quis que a homenagem fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas.

Segundo Jarvis seria objetivo deste dia tomarmos novas medidas para um pensamento mais ativo sobre essas mulheres tão especiais. através de palavras, presentes, atos de afeto, e de todas as maneiras possíveis deveríamos proporcionar-lhe prazer e trazer felicidade ao seu coração todos os dias, mantendo sempre na lembrança o Dia da Mãe.

Segundo um poeta, o amor de mãe pode ser traduzido em uma Palavra: Doação.

Falar desse sentimento é entender que ele é a mais completa forma de amor. Um amor que se doa, coloca em primeiro plano o bem-estar, a segurança de um outro ser.

A Equipe do Blog do Pastor deseja um feliz dia das mães a todos.

 


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